
Sentido
Não se descobre o que não se procura
Não venham a mim dizer que eu sou o que são
Farelos de trigo jogados no chão
Músicas ao longe da festa fútil, convencional
Buraco, poeira, asneira, besteira
E tudo se torna cômodo, fácil, perfeitamente absolvido
Eu escuto o mesmo som, ele ecoa lambendo o ouvido
Descendo ao ventre, subindo ao peito
Sujeito no verbo, no
gosto imperfeito
E eu fico, eu paro e reparo
Nas costas do tempo
Sou fera, sou anjo
O resto arranjo
E minha é a certeza de abraçar
Todo este meu ser, ser quem sou
Exatamente assim
Na certeza de que a cegueira alheia,
Não faz parte de mim
Por Fátima Brunet Poema publicado em coletânea no ano 2000
Não se descobre o que não se procura
Não venham a mim dizer que eu sou o que são
Farelos de trigo jogados no chão
Músicas ao longe da festa fútil, convencional
Buraco, poeira, asneira, besteira
E tudo se torna cômodo, fácil, perfeitamente absolvido
Eu escuto o mesmo som, ele ecoa lambendo o ouvido
Descendo ao ventre, subindo ao peito
Sujeito no verbo, no
gosto imperfeito
E eu fico, eu paro e reparo
Nas costas do tempo
Sou fera, sou anjo
O resto arranjo
E minha é a certeza de abraçar
Todo este meu ser, ser quem sou
Exatamente assim
Na certeza de que a cegueira alheia,
Não faz parte de mim
Por Fátima Brunet Poema publicado em coletânea no ano 2000
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