
Viver um amor com a máxima plenitude
É procurar na alma os sorrisos
Daquele detalhe amiúde
De tudo que faz diferença
E entender que se ama
Que se deseja a presença
Que não se esquece à distância
Viver um amor com a máxima plenitude
Também é saber que o choro não acontece
A menos que este amor esteja triste
Desta forma sim, ele merece
Viver um amor com a máxima plenitude
É acima de tudo ter a certeza
Que ele nos doa a beleza
Do que lhe é verdadeiro
Inspirando mais amor e
Fazendo de dois um inteiro
Mas caso nada disso aconteça
Viver um amor com a máxima plenitude
Pode ser o ser só com prazer e
Viver em paz por só ser
Neste caso o coração não se engana
E nunca se apaga a chama
Esse amor cicatriza e reinventa
Recomeça e cai em si
Simplesmente acontece...não tenta
É intrínseco e indispensável
Eu penso assim
Vivendo o que vier
Amando por mim
Amando pra mim
Segura de que
Esse, nunca tem fim...
Fátima Brunet/julho de 2008
4 comentários:
ADOREEEEEEI Fátima!!
Sério mesmo! Alem de todos os outros que tambem gostei muito, é claro!
Qualquer dia eu consigo colocar um ritmo na minha mente pra voltar a escrever algo decente! rs
Bjs
Claro que sim e eu quero ler. Bjs pra você Feer. Fico muito feliz que tenha gostado dos meus textos!
Oi, Fatima! Adorei o "Recomeça e cai em si"!!! Parabéns pela sensibilidade... Beijão. Marina Toledo - http://poeiraviajante.blogspot.com/
Que bom que você gostou, obrigada! Bjs
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